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LITURGIA DIÁRIA

domingo, 29 de março de 2009

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA SANTA - Paróquia São José Operário/SJC




05/04 DOMINGO DE RAMOS
Bênção dos Ramos, Procissão e Missa saindo da V. São Geraldo ás 8h00 em direção à Matriz.
Missas Buquirinha II (16h00); Taquari (16h00);
Missa na Matriz às 19h00

06/04 SEGUNDA-FEIRA SANTA
Confissão na Vila Cândida às 14h30
Missa na Matriz às 19h30 (Bênção das Gestantes)
Após a Missa - CONFISSÃO

07/04 TERÇA-FEIRA SANTA
Confissão na V. S. Geraldo às 14h30
Missa na Matriz às 19h30 (Bênção das Famílias)
Após a Missa - CONFISSÃO

08/04 QUARTA-FEIRA SANTA
Confissão no Buquirinha às 14h30
Procissão do Encontro e Missa às 19h30 (Bênção dos Trabalhadores e desempregados)
A imagem do Senhor dos Passos sairá do Altos da Vila Paiva às 19h00
A imagem da Senhora das Dores sairá do Jardim Boa Vista às 19h00
Após a Missa - CONFISSÃO

09/04 QUINTA-FEIRA - CEIA DO SENHOR (Lava Pés)
MISSAS: Buquirinha às 19h00; Matriz às 20h00
Adoração—Vigília na Matriz
22h00 Pastoral da Liturgia e toda a Comunidade
23h00 RCC, PLC, Congregação Mariana
00h00 Pastoral da Acolhida, Vicentinos, PASCOM
01h00 Ministros da Comunhão, Mãe Rainha
02h00 Ministros da Bênção, Pastoral da Saúde
03h00 Padres e seminarista, Pastoral Familiar
04h00 Pastoral da Crisma, Pastoral da Catequese
05h00 Pastoral do Canto Litúrgico, Apostolado da Oração
06h00 Pastoral Vocacional, Cerimoniários e Coroinhas
07h00 Associação São José, MSM, Infância Missionária
08h00 Pastoral da Criança, Pastoral da Acolhida, Congregação Mariana
09h00 Pastoral da Liturgia, Pastoral dos Surdos, Pastoral do Dízimo
10h00 PLC, Pastoral Familiar, Pastoral da Sobriedade
11h00 RCC, Vicentinos, Ministros da Comunhão, Pastoral do Idoso
12h00 Pastoral do Canto Litúrgico, Pastoral da Saúde
13h00 Cerimoniários e Coroinhas, Pastoral da Catequese
14h00 Mãe Rainha, Apostolado da Oração, Ministros da Bênção

10/04 SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO DO SENHOR
Solene Ação Litúrgica às 15h00 na Matriz e no Costinha
Filme da Paixão de Cristo às 18h00
Procissão do Senhor Morto às 19h30

11/04 SOLENE VIGÍLIA PASCAL DA RESSURREIÇÃO
Missas: Freitas às 19h30; Matriz às 21h00

12/04 DOMINGO DA PÁSCOA DO SENHOR
Missas => Matriz às 9h00 e 17h00; Turvo – 1ª Comunhão (9h00); Mirante – 1ª Comunhão (10h30)

VIVER A SEMANA SANTA CONTEMPLANDO NO SILÊNCIO O MISTÉRIO EUCARÍSTICO


Caríssimos irmãos e irmãs, dentro de alguns dias vamos iniciar mais uma Semana Santa. Como todos os anos temos a oportunidade de nos aproximar mais, pelas celebrações, do grande mistério de nossa Salvação; nos aproximar e vivenciar os passos de Nosso Senhor Jesus Cristo, na sua Paixão, Morte e Ressurreição.
A semana Santa para nós não deve ser encarada como, simplesmente um período de confraternização, ou quem sabe, uma oportunidade para um feriado prolongado. A semana santa não deve ser compreendida como um momento vazio de sentido. Aliás, esta semana maior é encarada como uma entre as outras, por aquelas pessoas que a esvaziam de seu sentido; pessoas que planejam outras programações e se esquecem do quanto é valoroso este momento de celebração e memorial daqueles dias em que Nosso Senhor se nos deu inteiramente, entregando a sua própria vida pela salvação de todos.
A Semana Santa inicia-se com a celebração do Domingo de Ramos. Nesta celebração nós relembramos o dia que o Senhor Jesus entrou na cidade de Jerusalém, pronto para ser entregue nas mãos dos seus adversários, e por amor à humanidade, ser sacrificado numa Cruz. Os ramos lembram a alegria motivada pela esperança de dias melhores, pela esperança de uma humanidade mais justa, de uma paz transformadora que Jesus de Nazaré promete com sua vida e testemunho. Mas Jesus sabe que aquela festa com ramos que balançam são já o começo do seu sofrimento, uma vez que, muitos dos que o aclamam como rei pedirão em seguida a sua morte.
Como Jesus entrou triunfante e reinante em Jerusalém, ele quer também entrar triunfante e reinante nas nossas casas, nas nossas famílias, nos nossos trabalhos, nos nossos projetos. É preciso meus irmãos, que com muito entusiasmo saibamos acolher Jesus como o Senhor das nossas vidas, o Senhor da nossa existência, o Senhor de tudo aquilo que temos e somos, o único Senhor que pode reavivar a nossa esperança, e transformar as mais diversas situações no mundo.
Durante esta semana maior seguimos os passos de Jesus naquela última semana antes que ele fosse glorificado. Tanto que, chegando à Quinta-Feira Santa nós fazemos memória da Última Ceia que o Senhor celebrou com os seus discípulos. Muitas outras vezes, Jesus se reuniu com seus discípulos para Jantar. Muitas outras vezes, o Senhor esteve se confraternizando com os seus amigos. Mas foi aquele Último Encontro, encontro de despedida, onde o Senhor estava já muito triste, porque sabia tudo o que lhe ía acontecer, aquela Última Ceia que ficou registrada na história.
Ali, Jesus deu as coordenadas necessárias para que os seus discípulos dessem continuidade ao seu projeto salvador para a humanidade. Foi ali também que o Senhor instituiu o sacerdócio ministerial e, acima de tudo, o Santíssimo Sacramento do seu Corpo e Sangue; maneira que ele encontrou de permanecer conosco todos os dias até o fim do mundo.
Nesta Ceia Jesus também nos indicou a maneira mais fácil de se chegar aos céu, para não dizer a única maneira: o serviço. “Se eu que sou vosso mestre e Senhor vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns dos outros”. Jesus ensina naquela ceia, que é preciso amar de forma incondicional, é preciso perdoar sem fazer acepção de pessoas, é preciso fazer o bem a todos, sem exceção. Essa é a maneira de chegar ao céu.
Depois, celebrando a Sexta-feira da Paixão do Senhor, temos a oportunidade de contemplar até que ponto pode chegar um amor verdadeiro, sincero e gratuito. Amor de um Deus que desce, se humilha assumindo a nossa natureza humana frágil, limitada, impotente. E como se já não bastasse, ainda se submete a ser sacrificado numa cruz. “Só tu ó cruz mereceste suster o peso do mundo, e preparar para o náufrago um porto em mar tão profundo. Quis o Cordeiro Imolado banhar-te em sangue fecundo”.
Meu irmão e minha irmã, celebrar bem a Semana Santa é querer ser solidário com Jesus, participando de uma maneira misteriosa da sua dor, mas de forma especial, participando do seu amor por toda a humanidade.
Todos somos convidados a experimentar as riquezas que a Semana Santa nos proporciona. A riqueza da oportunidade de caminhar com Jesus. Riqueza de querer ver Jesus, participando de sua vida e de seu sofrimento, na expectativa certa de com ele ressuscitar. Riqueza ainda, que brota da necessidade de promover a unidade na nossa comunidade; seja a pequena comunidade da nossa família ou a grande comunidade da nossa paróquia, mas sempre promover esta unidade. E ainda, uma outra riqueza que Semana Santa nos oferece e que tem fundamental importância é a oportunidade que todos temos de sermos um testemunho para o mundo, aprendendo o que significa ser obediente a Deus, o que significa seguir os passos de Jesus.

Pe. Ademir N. Farias

QUARESMA: UM TEMPO DE RECOLHIMENTO E ADORAÇÃO


A Quaresma é um tempo de recolhimento, de reflexão e de adoração intensa. É um tempo que nos convoca a caminharmos mais firmemente na via da virtude, ou seja, realizarmos exercícios que nos impulsionem a vivência das virtudes. A virtude é um hábito bom, e só poderemos ser virtuosos, ou seja, agir de forma que algum comportamento faça parte da nossa maneira de viver, se nós realizarmos de forma constante atitudes boas. Quando realizamos um ato bom e repetimos este ato, ele passa a fazer parte da nossa vida, de maneira que não podemos mais viver sem fazer o bem ou sem realizar aquele ato bom. O ato tornou-se um hábito, e um hábito bom.
Ninguém alcança a virtude simplesmente através de um ato isolado. Porém, quando este ato é repetido de forma piedosa e bem intencionada, ele passa a fazer parte da vida da pessoa. Podemos dar como exemplo o ato de orar. Ninguém alcança a virtude da oração de uma forma mágica ou através de um simples ato isolado de rezar. Deus no nosso Batismo infundiu em nós a capacidade de sermos pessoas orantes, porém, para alcançarmos a virtude da oração é preciso que tenhamos a disposição de nos colocarmos em oração e repetirmos esta atitude todos os dias. Mesmo naquele dia em que humanamente não estamos tão dispostos para orar. É através da perseverança nas atitudes e atos bons que passamos a ter hábitos bons, ou seja, passamos a ser virtuosos.
Viver o recolhimento é querer e se esforçar por caminhar na via das virtudes. Viver o recolhimento é se despojar de tudo o que exagerado. É buscar ser temperante, equilibrado, buscar viver em tudo de forma harmoniosa. Viver o recolhimento é dispor-se a lutar contra os vícios. E não pensemos aqui que os vícios são apenas relacionados à dependência química. É claro que estes vícios do álcool, da droga, da deturpação da sexualidade são desgraças contra os quais devemos sim lutar constantemente, porém, existem outros vícios que urgentemente precisam ser combatidos, e nada melhor do que este período quaresmal de reflexão para ajudar na conversão destes vícios em virtudes.
O vício da fofoca, que faz tanto mal às pessoas, que destrói tantas famílias, que entristece e magoa tanta gente. O vício da calúnia: existem pessoas que não sabem viver senão para falar mal das outras pessoas; sempre estão procurando um defeito, uma falha nos outros para poder tecer comentários maldosos; e quando não encontram tais defeitos são capazes de inventar um para poder ter o que falar. O vício da inveja, do ciúmes, da mentira, o vício de falar palavrões. Tudo isto nasce de um simples ato mal que é repetido tantas vezes que passa a tornar-se um hábito mal. Se alguém toma a decisão de mentir, uma, duas três vezes, adquiri o mal hábito de mentir, ou seja, torna-se um viciado em mentira, e isto leva esta pessoa e tantas outras à desgraça.
Viver o recolhimento na quaresma é uma forma de adquirirmos o hábito de viver este recolhimento em todos os dias e situações da nossa vida. Aprender a lutar contra os vícios e a praticar as virtudes se dá no exercício quotidiano, na luta do dia-a-dia, no desejo de ser melhor. No ambiente secularizado que nos rodeia, o caminho quaresmal exige um esforço de vontade cada vez mais forte. Na vida de cada dia, corremos o risco de nos deixarmos absorver por preocupações e interesses materiais. A Quaresma é a ocasião favorável para despertar a fé autêntica, para a saudável recuperação da relação com Deus e para um compromisso evangélico mais generoso. Os instrumentos à nossa disposição são os de sempre, mas nestas semanas devemos recorrer a eles de forma mais intensa: a oração, o jejum, a penitência e a esmola, ou seja, a partilha com os mais necessitados, daquilo que possuímos.”

Pe. Ademir N. Farias

A EUCARISTIA É BANQUETE ESCATOLÓGICO



O corpo do Senhor, bem como o seu sangue glorioso são o banquete escatológico. O alimento que recebemos no altar não simplesmente sustenta nossa vida biológica, mas fortalece nossa alma e nos comunica a vida eterna.
Comungar Jesus Eucarístico deve ser para todos nós motivo de alegria, uma vez que é uma forma de antecipar o céu na terra. É a forma de vivermos o eterno ainda dentro do limite. De vivermos no “já” da nossa história o “ainda não” da comunhão plena..
Comungar a Eucaristia, e mais ainda, viver esta comunhão, colocando em prática as palavras do Senhor que nos convidam a partilhar, a perdoar, a fazer o bem, é sinal explícito de que estamos nos encaminhando para o céu e o céu está se adiantando a nós.
É impossível alguém que comunga a Eucaristia com amor, fé e esperança ser triste, infeliz, frustrado. No céu não há frustração nem tristeza; não há desilusão nem desespero; não há incerteza nem desamor. Assim também, na Eucaristia, imagem antecipada do céu e Deus mesmo, só pode ser proporcionada a felicidade, a realização plena, o amor sem medidas.
São Paulo nos diz que somos concidadãos do céu. É verdade! Nós somos co-participantes de um banquete especial, em comparação do qual não existe outro banquete, dado que este banquete nos comunica a nossa pátria definitiva: o céu. Somos concidadãos e co-participantes do céu em cada missa na qual participamos e, consequentemente, na missão de cada dia.
Somos co-participantes do verdadeiro corpo e do verdadeiro sangue do Senhor. Somos co-participantes, ou seja, participamos juntos da vida do Senhor. Poderá sobrar ainda espaço para a tristeza, angústia, medo, aflição, num coração habitado por Jesus Eucaristia? Poderá haver frustração numa vida onde habita o dono da vida?
Quem comunga com amor a Eucaristia, entra no caminho do céu e passa a vivê-lo já. Que a Eucaristia apresse o dia por nós tão esperado.


Pe. Ademir Nunes Farias

A IMPORTÂNCIA DO DOMINGO


CELEBRAR

Celebrar quer dizer isto: tornar célebre, ou seja, celebrar é admitir e afirmar com toda a convicção a importância de determinado ato. Quando nós celebramos o aniversário de alguém, por exemplo, estamos dizendo que este alguém é importante, e por isso, nós tornamos aquele momento célebre, especial. Deus também não será importante para todos nós? Deus, que só nos quer bem e nos proporciona gratuitamente e por amor tudo o que nos é necessário, não merece também nossa ação de graças?
Ora, se nós somos capazes de tornar célebre um encontro com algum amigo ou pessoa estimada, se somos capazes de festejar e celebrar as alegrias de outros que fazem parte dos nossos relacionamentos (festejar os pais, os filhos, os irmãos, os cônjuges, a pátria, enfim), como podemos, então, ser tão insensíveis a ponto de esquecermos de celebrar o autor da nossa vida?; a ponto de passarmos as vezes todo um dia do Domingo e não nos lembrarmos de Deus? Ou até, muitas vezes, enchermos nossas vidas de programações e atividades de forma que não somos capazes de dedicar uma hora do nosso Domingo para nos encontrarmos com a comunidade onde O Senhor está de uma forma muito concreta presente.
Sim, pois, o Domingo para nós cristãos é o dia especial de agradecermos a Deus por nos ter salvado. O domingo é o dia da ressurreição, o dia em que Jesus venceu a morte e nos garantiu o direito de irmos para o céu. O domingo é o dia do Triunfo de Cristo e, consequentemente, o dia do triunfo do cristão. É dia de alegria e de ação de Graças; é dia de encontro na comunidade do filhos de Deus; é dia da Reunião daqueles que foram redimidos pela cruz de Cristo e querem participar da sua ressurreição.
Nós somos chamados e compreender e ensinar o sentido do Domingo aos outros irmãos. Somos convocados a não permitirmos nunca que nossos caprichos pessoais nos afastem da vida da Igreja, principalmente no Domingo, dia do Senhor.
O Domingo é o Dia do Senhor. É o Dia da Eucaristia. É verdade que todos os dias são Dia do Senhor, mas é no Domingo que nós celebramos de maneira solene e especial a nossa libertação do pecado e ao mesmo tempo festejamos o dia que Nosso Senhor Jesus Cristo venceu a barreiras da morte, destruiu as clausuras da escuridão e nos presenteou com o dom do céu.
No início da igreja, não existiam templos, e aos Domingos os irmãos e irmãs se reuniam nas casas para celebrar o Mistério Eucarístico. Muitas vezes, escondidos por causa dos perseguidores. Muitos mártires, homens e mulheres que foram assassinados por causa da fé em Jesus Cristo, tornaram-se mártires por que se dispunham a arriscar a própria vida em estar juntos na reunião dominical. Hoje, nós somos livres. Não existe mais perseguição religiosa ao modo dos primeiros séculos, e muitas vezes nos falta o vigor, a fé, a perseverança e o amor a Cristo num tempo em que podemos amá-lo abertamente, buscá-lo sempre, nos reunir sem medo de represálias.
Que Deus nos ajude a sermos mais fiéis e não permitirmos que outras atividades, projetos, programações queiram substituir este momento tão importante de ação de graças a Deus que é a Santa Missa Dominical. O Domingo é Dia do Senhor, Dia da Eucaristia, é Dia especial de encontro com Deus e com a comunidade dos amados de Deus.

Pe. Ademir Nunes Farias

terça-feira, 10 de março de 2009

GRÁVIDA DE GÊMEOS EM ALAGOINHA - O lado que a imprensa deixou de contar


Há cerca de oito dias, nossa cidade foi tomada de surpresa por uma trágica notícia de um acontecimento que chocou o país: uma menina de 9 anos de idade, tendo sofrido violência sexual por parte de seu padrasto, engravidou de dois gêmeos. Além dela, também sua irmã, de 13 anos, com necessidade de cuidados especiais, foi vitima do mesmo crime. Aos olhos de muitos, o caso pareceu absurdo, como de fato assim também o entendemos, dada a gravidade e a forma como há três anos isso vinha acontecendo dentro da própria casa, onde moravam a mãe, as duas garotas e o acusado.
O Conselho Tutelar de Alagoinha, ciente do fato, tomou as devidas providências no sentido de apossar-se do caso para os devidos fins e encaminhamentos. Na sexta-feira, dia 27 de fevereiro, sob ordem judicial, levou as crianças ao IML de Caruaru-PE e depois ao IMIP (Instituto Médico Infantil de Pernambuco), de Recife a fim de serem submetidas a exames sexológicos e psicológicos. Chegando ao IMIP, em contato com a Assistente Social Karolina Rodrigues, a Conselheira Tutelar Maria José Gomes, foi convidada a assinar um termo em nome do Conselho Tutelar que autorizava o aborto. Frente à sua consciência cristã, a Conselheira negou-se diante da assistente a cometer tal ato. Foi então quando recebeu das mãos da assistente Karolina Rodrigues um pedido escrito de próprio punho da mesma que solicitava um "encaminhamento ao Conselho Tutelar de Alagoinha no sentido de mostrar-se favorável à interrupção gestatória da menina, com base no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e na gravidade do fato". A Conselheira guardou o papel para ser apreciado pelos demais Conselheiros colegas em Alagoinha e darem um parecer sobre o mesmo com prazo até a segunda-feira dia 2 de março. Os cinco Conselheiros enviaram ao IMIP um parecer contrário ao aborto, assinado pelos mesmos. Uma cópia deste parecer foi entregue à assistente social Karolina Rodrigues que o recebeu na presença de mais duas psicólogas do IMIP, bem como do pai da criança e do Pe. Edson Rodrigues, Pároco da cidade de Alagoinha.
No sábado, dia 28, fui convidado a acompanhar o Conselho Tutelar até o IMIP em Recife, onde, junto à conselheira Maria José Gomes e mais dois membros de nossa Paróquia, fomos visitar a menina e sua mãe, sob pena de que se o Conselho não entregasse o parecer desfavorável até o dia 2 de março, prazo determinado pela assistente social, o caso se complicaria. Chegamos ao IMIP por volta das 15 horas. Subimos ao quarto andar onde estavam a menina e sua mãe em apartamento isolado. O acesso ao apartamento era restrito, necessitando de autorização especial. Ao apartamento apenas tinham acesso membros do Conselho Tutelar, e nem tidos. Além desses, pessoas ligadas ao hospital. Assim sendo, à área reservada tiveram acesso naquela tarde as conselheiras Jeanne Oliveira, de Recife, e Maria José Gomes, de nossa cidade.
Com a proibição de acesso ao apartamento onde menina estava, me encontrei com a mãe da criança ali mesmo no corredor. Profunda e visivelmente abalada com o fato, expôs para mim que tinha assinado "alguns papéis por lá". A mãe é analfabeta e não assina sequer o nome, tendo sido chamada a pôr as suas impressões digitais nos citados documentos.
Perguntei a ela sobre o seu pensamento a respeito do aborto. Valendo-se se um sentimento materno marcado por preocupação extrema com a filha, ela me disse da sua posição desfavorável à realização do aborto. Essa palavra também foi ouvida por Robson José de Carvalho, membro de nosso Conselho Paroquial que nos acompanhou naquele dia até o hospital. Perguntei pelo estado da menina. A mãe me informou que ela estava bem e que brincava no apartamento com algumas bonecas que ganhara de pessoas lá no hospital. Mostrava-se também muito preocupada com a outra filha que estava em Alagoinha sob os cuidados de uma família. Enquanto isso, as duas conselheiras acompanhavam a menina no apartamento. Saímos, portanto do IMIP com a firme convicção de que a mãe da menina se mostrava totalmente desfavorável ao aborto dos seus netos, alegando inclusive que "ninguém tinha o direito de matar ninguém, só Deus".
Na segunda-feira, retornamos ao hospital e a história ganhou novo rumo. Ao chegarmos, eu e mais dois conselheiros tutelares, fomos autorizados a subirmos ao quarto andar onde estava a menina. Tomamos o elevador e quando chegamos ao primeiro andar, um funcionário do IMIP interrompeu nossa subida e pediu que deixássemos o elevador e fôssemos à sala da Assistente Social em outro prédio. Chegando lá fomos recebidos por uma jovem assistente social chamada Karolina Rodrigues. Entramos em sua sala eu, Maria José Gomes e Hélio, Conselheiros de Alagoinha, Jeanne Oliveira, Conselheira de Recife e o pai da menina, o Sr. Erivaldo, que foi conosco para visitar a sua filha, com uma posição totalmente contrária à realização do aborto dos seus netos. Apresentamo-nos à Assistente e, ao saber que ali estava um padre, ela de imediato fez questão de alegar que não se tratava de uma questão religiosa e sim clínica, ainda que este padre acredite que se trata de uma questão moral.
Perguntamos sobre a situação da menina como estava. Ela nos afirmou que tudo já estava resolvido e que, com base no consentimento assinado pela mãe da criança em prol do aborto, os procedimentos médicos deveriam ser tomados pelo IMI dentro de poucos dias. Sem compreender bem do que se tratava, questionei a assistente no sentido de encontrar bases legais e fundamentos para isto. Ela, embora não sendo médica, nos apresentou um quadro clínico da criança bastante difícil, segundo ela, com base em pareceres médicos, ainda que nada tivesse sido nos apresentado por escrito.
Justificou-se com base em leis e disse que se tratava de salvar apenas uma criança, quando rebatemos a idéia alegando que se tratava de três vidas. Ela, desconsiderando totalmente a vida dos fetos, chegou a chamá-los em "embriões" e que aquilo teria que ser retirado para salvar a vida da criança. Até então ela não sabia que o pai da criança estava ali sentado ao seu lado. Quando o apresentamos, ela perguntou ao pai, o Sr. Erivaldo, se ele queria falar com ela. Ele assim aceitou. Então a assistente nos pediu que saíssemos todos de sua sala os deixassem a sós para a essa conversa. Depois de cerca de vinte e cinco minutos, saíram dois da sala para que o pai pudesse visitar a sua filha. No caminho entre a sala da assistente e o prédio onde estava o apartamento da menina, conversei com o pai e ele me afirmou que sua idéia desfavorável ao aborto agora seria diferente, porque "a moça me disse que minha filha vai morrer e, se é de ela morrer, é melhor tirar as crianças", afirmou o pai quase que em surdina para mim, uma vez que, a partir da saída da sala, a assistente fez de tudo para que não nos aproximássemos do pai e conversássemos com ele. Ela subiu ao quarto andar sozinha com ele e pediu que eu e os Conselheiros esperássemos no térreo. Passou-se um bom tempo. Eles desceram e retornamos à sala da assistente social. O silêncio de que havia algo estranho no ar me incomodava bastante. Desta vez não tive acesso à sala. Porém, em conversa com os conselheiros e o pai, a assistente social Karolina Rodrigues, em dado momento da conversa, reclamou da Conselheira porque tinha me permitido ver a folha de papel na qual ela solicitara o parecer do Conselho Tutelar de Alagoinha favorável ao aborto e rasgou a folha na frente dos conselheiros e do pai da menina. A conversa se estendeu até o final da tarde quando, ao sair da sala, a assistente nos perguntava se tinha ainda alguma dúvida. Durante todo o tempo de permanência no IMIP não tivemos contato com nenhum médico. Tudo o que sabíamos a respeito do quadro da menina era apenas fruto de informações fornecidas pela assistente social. Despedimo-nos e voltamos para nossas casas. Aos nossos olhos, tudo estava consumado e nada mais havia a fazer.
Dada a repercussão do fato, surge um novo capítulo na história. O Arcebispo Metropolitano de Olinda e Recife, Dom José Cardoso, e o bispo de nossa Diocese de Pesqueira, Dom Francisco Biasin, sentiram-se impelidos a rever o fato, dada a forma como ele se fez. Dom José Cardoso convocou, portanto, uma equipe de médicos, advogados, psicólogos, juristas e profissionais ligados ao caso para estudar a legalidade ou não de tudo o que havia acontecido. Nessa reunião que se deu na terça-feira, pela manhã, no Palácio dos Manguinhos, residência do Arcebispo, estava presente o Sr. Antonio Figueiras, diretor do IMIP que, constatando o abuso das atitudes da assistente social frente a nós e especialmente com o pai, ligou ao hospital e mandou que fosse suspensa toda e qualquer iniciativa que favorecesse o aborto das crianças. E assim se fez.
Um outro encontro de grande importância aconteceu. Desta vez foi no Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco, na tarde da terça-feira. Para este, eu e mais dois Conselheiros, bem como o pai da menina formos convidados naquela tarde. Lá no Tribunal, o desembargador Jones Figueiredo, junto a demais magistrados presentes, se mostrou disposto a tomar as devidas providências para que as vidas das três crianças pudessem ser salvas. Neste encontro também estava presente o pai da criança. Depois de um bom tempo de encontro, deixamos o Tribunal esperançosos de que as vidas das crianças ainda poderiam ser salvas.
Já a caminho do Palácio dos Manguinhos, residência do Arcebispo, por volta das cinco e meia da tarde, Dom José Cardoso recebeu um telefonema do Diretor do IMIP no qual ele lhe comunicava que um grupo de uma entidade chamada Curumins, de mentalidade feminista pró-aborto, acompanhada de dois técnicos da Secretaria de Saúde de Pernambuco, teriam ido ao IMIP e convencido a mãe a assinar um pedido de transferência da criança para outro hospital, o que a mãe teria aceito. Sem saber do fato, cheguei ao IMIP por volta das 18 horas, acompanhado dos Conselheiros Tutelares de Alagoinha para visitar a criança. A Conselheira Maria José Gomes subiu ao quarto andar para ver a criança. Identificou-se e a atendente, sabendo que a criança não estava mais na unidade, pediu que a Conselheira sentasse e aguardasse um pouco, porque naquele momento "estava havendo troca de plantão de enfermagem". A Conselheira sentiu um clima meio estranho, visto que todos faziam questão de manter um silêncio sigiloso no ambiente. Ninguém ousava tecer um comentário sequer sobre a menina.
No andar térreo, fui informado do que a criança e sua mãe não estavam mais lá, pois teriam sido levadas a um outro hospital há pouco tempo acompanhadas de uma senhora chamada Vilma Guimarães. Nenhum funcionário sabia dizer para qual hospital a criança teria sido levada. Tentamos entrar em contato com a Sra. Vilma Guimarães, visto que nos lembramos que em uma de nossas primeiras visitas ao hospital, quando do assédio de jornalistas querendo subir ao apartamento onde estava a menina, uma balconista chamada Sandra afirmou em alta voz que só seria permitida a entrada de jornalistas com a devida autorização do Sr. Antonio Figueiras ou da Sra. Vilma Guimarães, o que nos leva a crer que trata-se de alguém influente na casa. Ficamos a nos perguntar o seguinte: lá no IMIP nos foi afirmado que a criança estava correndo risco de morte e que, por isso, deveria ser submetida ao procedimentos abortivos. Como alguém correndo risco de morte pode ter alta de um hospital. A credibilidade do IMIP não estaria em jogo se liberasse um paciente que corre risco de morte? Como explicar isso? Como um quadro pode mudar tão repentinamente? O que teriam dito as militantes do Curumim à mãe para que ela mudasse de opinião? Seria semelhante ao que foi feito com o pai?
Voltamos ao Palácio dos Manguinhos sem saber muito que fazer, uma vez que nenhuma pista nós tínhamos. Convocamos órgãos de imprensa para fazer uma denúncia, frente ao apelo do pai que queria saber onde estava a sua filha.
Na manhã da quarta-feira, dia 4 de março, ficamos sabendo que a criança estava internada na CISAM, acompanhada de sua mãe. O Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (FUSAM) é um hospital especializado em gravidez de risco, localizado no bairro da Encruzilhada, Zona Norte do Recife. Lá, por volta das 9 horas da manhã, nosso sonho de ver duas crianças vivas se foi, a partir de ato de manipulação da consciência, extrema negligência e desrespeito à vida humana.Isto foi relatado para que se tenha clareza quanto aos fatos como verdadeiramente eles aconteceram. Nada mais que isso houve. Porém, lamentamos profundamente que as pessoas se deixem mover por uma mentalidade formada pela mídia que está a favor de uma cultura de morte. Espero que casos como este não se repitam mais.
Ao IMIP, temos que agradecer pela acolhida da criança lá dentro e até onde pode cuidar dela. Mas por outro lado não podemos deixar de lamentar a sua negligência e indiferença ao caso quando, sabendo do verdadeiro quadro clínico das crianças, permitiu a saída da menina de lá, mesmo com o consentimento da mãe, parecendo ato visível de quem quer se ver livre de um problema.
Aos que se solidarizaram conosco, nossa gratidão eterna em nome dos bebês que a esta hora, diante de Deus, rezam por nós. "Vinde a mim as crianças", disse Jesus. E é com a palavra desde mesmo Jesus que continuaremos a soltar nossa voz em defesa da vida onde quer que ela esteja ameaçada. "Eu vim para que todos tenham vida e a tenham plenamente" (Jo, 10,10). Nisso cremos, nisso apostamos, por isso haveremos de nos gastar sempre. Acima de tudo, a Vida!


Pe. Edson Rodrigues

Pároco de Alagoinha-PE


(87) 3839.1473

sábado, 7 de março de 2009

A IGREJA CATÓLICA DEFENDE A VIDA HUMANA DESDE A SUA CONCEPÇÃO ATÉ O SEU TÉRMINO NATURAL.



A IGREJA CATÓLICA DEFENDE A VIDA HUMANA
DESDE A SUA CONCEPÇÃO ATÉ O SEU TÉRMINO NATURAL.

Há alguns dias nós nos deparamos com o triste fato de uma criança de 9 anos que foi violentada e ficou grávida de gêmeos, no Estado de Pernambuco. Essa menina foi submetida a uma intervenção médica, com o aval de sua mãe e incentivo de um grupo de médicos e outros profissionais, que interrompeu sua gravidez. A Igreja Católica foi criticada fortemente pela Mídia e por pessoas da sociedade médica, e até mesmo por membros do Governo, que deveriam defender a vida e não posicionar-se em favor da morte e da desordem. A Igreja se posicionou extremamente contra esse crime e gravíssimo pecado e por isso foi alvo de perseguição nestes últimos dias. Nós devemos nos colocar do lado da Palavra de Deus e da defesa da vida e não do lado de interesses particulares (incluindo fortemente o econômico). Vamos raciocinar com seriedade: é justo matar duas crianças pequenas em benefício da criança grande? Claro que não. As três vidas são igualmente invioláveis e devem ser protegidas. Ninguém tem o direito de matar um inocente. Cada bebê é precioso. Não é um simples número ou objeto que eu posso dispor ao bel prazer.

Pe. Ademir Nunes Farias

sexta-feira, 6 de março de 2009

SER E FAZER DISCÍPULOS


· O discípulo é evangelizador e evangelho para os outros.
- Ser uma notícia boa é o primeiro passo.
- Mostrar com o proceder que vale a pena ser bom.
· O discípulo deve conhecer, seguir e transmitir a pessoa de Jesus:
- conhecer => ter intimidade pela oração e prática do bem;
- seguir => viver a maneira de Jesus, na sua vida e destino;
- transmitir => mostrar Deus com a simples e humilde presença.

· Nosso tesouro: sermos instrumentos do Espírito para que Jesus seja encontrado e amado.
· Nosso grande desafio: Fazer com que o rosto dos outros irradiem a verdadeira alegria; a verdadeira felicidade.
· Nosso método eficiente: tornarmo-nos verdadeiros discípulos missionários.

Pe. Ademir N. Farias

A PENITÊNCIA: CURA E CONVERSÃO – VIDA NOVA


· “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós próprios e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, Ele que é fiel e justo perdoar-nos-á os pecados” (1 Jo 1,8s).
· “O pecado é antes de tudo uma ofensa a Deus, uma ruptura da comunhão com ele. Ao mesmo tempo é um atentado à comunhão com a Igreja” (CEC 1440).
· “Quem peca fere a honra de Deus e seu amor, sua própria dignidade de homem chamado a ser filho de Deus e a saúde espiritual da Igreja, da qual cada cristão é uma pedra viva” (CEC 1487).
· A nova vida recebida no Batismo não suprimiu a fragilidade e a fraqueza da natureza humana, nem a inclinação ao pecado, que continua nos batizados para prová-los no combate da vida cristã, auxiliados pela graça de Cristo (cf. CEC 1426).
· “A parábola do filho pródigo é a história inefável do grande amor de um Pai — Deus — que oferece ao filho, que a Ele retorna, o dom da reconciliação plena” (RP 6).
· Cada homem é o filho pródigo: “fascinado pela tentação de se separar do Pai para viver de modo independente a própria existência; caído na tentação; desiludido do nada que, como miragem, o tinha deslumbrado; sozinho, desonrado e explorado no momento em que tenta construir um mundo só para si; atormentado, mesmo no mais profundo da própria miséria, pelo desejo de voltar à comunhão com o Pai. Como o pai da parábola, Deus fica à espreita do regresso do filho, abraça-o à sua chegada e põe a mesa para o banquete do novo encontro, com que se festeja a reconciliação” (RP 5).
· Jesus “quis que sua Igreja continuasse, na força do Espírito Santo, sua obra de cura e salvação, também junto de seus próprios membros” (CEC 1421).
· “Nas mãos e na boca dos Apóstolos, seus mensageiros, o Pai depôs misericordiosamente um ministério de reconciliação, que eles exercem de maneira singular, em virtude do poder de agir ‘in persona Christi’” (RP 8).
· “A Igreja que, pelo Bispo e seus presbíteros, concede em nome de Jesus Cristo, o perdão dos pecados, ora pelo pecador e faz penitência com ele. Assim o pecador é curado e reintegrado na comunhão eclesial” (CEC 1449).
· Esta reintegração e reconciliação se dá de forma misteriosa. É o próprio Deus quem perdoa os pecados. É ele também quem nos restitui a graça da salvação e realiza em nós os frutos desta graça. Porém, tudo isto se dá misteriosamente.
· “A Igreja, continua fazendo seu o apelo do Apóstolo Paulo: ‘Nós somos embaixadores ao serviço de Cristo. Suplicamo-vos, pois, em nome de Cristo: Reconciliai-vos com Deus’. (2 Cor 5,20)” (RP 10).
· “Para um cristão, o Sacramento da Penitência é a via ordinária para obter o perdão e a remissão dos seus pecados graves cometidos depois do Batismo” (RP 31).
· O Sacramento da Penitência, ou reconciliação, foi instituído expressamente para o perdão dos pecados.
· Mediante o ministério do sacerdote, que age em nome de Cristo e mediante seu poder, o perdão de Deus é conferido ao penitente que confessa os pecados e está realmente disposto.
· “Não há nada mais pessoal e íntimo do que este Sacramento, no qual o pecador se encontra na presença de Deus, só, com a sua culpa, o seu arrependimento e a sua confiança. Ninguém pode arrepender-se em seu lugar ou pode pedir perdão em seu nome” (RP 31).
· “Neste Sacramento todos os homens podem experimentar de modo singular a misericórdia, isto é, aquele amor que é mais forte que o pecado” (DM 13).
· “O fiel deve estar de tal modo disposto que, repudiando os pecados cometidos e tendo o propósito de se emendar, se converta a Deus” (Cân 987).